quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Alimentos para combater o Stress

Nos dias corridos de hoje, controlar o nervosismo e a ansiedade parece tarefa quase impossível. Os níveis altos de estresse causam diversos problemas para a saúde, como problemas cardíacos, insônia, dificuldade de concentração e aprendizagem e até aumento do apetite, levando à compulsão alimentar e ganho de peso. A Acupuntura é um excelente tratamento para combater estes sinais e sintomas, porém junto com uma alimentação saudável e natural será muito mais eficaz e interessante. Conheça uma lista de alimentos que vão te ajudar a levar uma vida mais saudável e livre de estresse.

Maracujá => Famoso por suas propriedades calmantes, o maracujá é rico em flavonoides e alcaloides que atuam no sistema nervoso central causando sedação, melhorando a qualidade do sono e acalmando. Além disso, a fruta é rica em vitamina A e C, vitaminas do complexo B, ferro, fósforo e cálcio. Consuma na forma de suco, puro ou até em molhos para salada.

Grãos integrais => Ricos em fibras e vitamina, os grãos integrais (e também alimentos derivados, como pasta, pães e arroz) contém carboidratos complexos de baixo índice glicêmico que ajudam na manutenção dos níveis de serotonina. Diferente dos carboidratos simples (como açúcar refinado) que dão apenas uma sensação momentânea de prazer, os carboidratos complexos mantém essa sensação por mais tempo.

Peixes => Muitos peixes são ricos em vitaminas do complexo B, como vitamina B6 e B12. A vitamina B12 em particular é a mais importante no processo de síntese de serotonina, neurotransmissor associado ao bom humor e prazer. Invista em peixes como sardinha, salmão, atum e truta.

Amêndoas => Essas sementes contém quantidades apreciáveis de vitamina B2, vitamina E, magnésio e zinco, além de ácidos graxos essenciais que protegem o coração. A vitamina B2 e o magnésio estão envolvidos no processo de síntese de serotonina. A vitamina E combate radicais livres relacionados ao estresse e doenças cardíacas. O zinco, por sua vez, tem mostrado propriedades relacionadas ao combate do estresse.

Aspargos => Depressão, ansiedade e estresse estão relacionados a baixos níveis de ácido fólico, vitamina que participa de atividades cerebrais. Os aspargos são ricos em ácido fólico, ajudando a combater muitas das doenças psicológicas relacionadas com o estresse.

Abacate => Essa fruta é rica em vitaminas do complexo B, que ajudam na saúde e manutenção dos neurônios, além de participarem da produção de serotonina. Além disso, abacates são ricos em gorduras monoinsaturadas e potássio que ajudam a reduzir a pressão arterial e doenças cardíacas. Mas atenção: o abacate é altamente calórico, se você está numa dieta para emagrecer, limite o seu consumo.

Blueberry (mirtilo) => Essas pequenas frutas são ricas em antioxidantes e vitaminas C. Durante o estresse e ansiedade, o corpo precisa de antioxidantes e vitamina C para combater radicais livres formados e reparar as células danificadas. Um punhado por dia é o ideal para reestabelecer as funções cerebrais.

Banana => Essa fruta é rica em triptofano, aminoácido importante para a produção de serotonina. Estudos demonstram que o consumo dessa fruta ajuda a combater a ansiedade e depressão.

Maca peruana => Essa planta, cada vez mais comum no Brasil, é rica em vitaminas do complexo B, importante na manutenção da saúde de células do sistema nervoso, magnésio e ferro, minerais também essenciais para os neurônios. A maca peruana é normalmente encontrada na forma de pó em capsulas.

Espinafre => Além de ser rico em ácido fólico, vitamina essencial para a saúde dos neurônios, o espinafre é rico em magnésio, mineral que ajuda a regular os níveis de cortisol e promove sensação de bem-estar.

Algas => Ricas em minerais e com baixas calorias, as algas contém quantidades apreciáveis de triptofano e magnésio, componentes importantes para a saúde do sistema nervoso central. Consuma na forma de salada ou em comida japonesa.
Além de manter uma dieta saudável e balanceada, a prática de atividades físicas é fundamental para combater o estresse. Além de ajudar a queimar calorias, o esporte libera endorfinas, hormônios associados ao prazer, bem-estar e satisfação.

Parte do texto retirado do site http://www.criasaude.com.br/noticias/alimentos-que-combatem-o-estresse-e-ansiedade-00017.html

sábado, 11 de janeiro de 2014

Fascite Plantar - Esporão

Fascite Plantar - Dor na sola do pé.

fascite plantar é um problema que causa dor na sola do pé, na região próxima ao calcanhar, e muitas vezes é acompanhada de um esporão de calcâneo. Dor nos primeiros passos da manhã é um sinal característico dessa patologia que tanto atrapalha os corredores e quem caminha ou fica em pé por longos períodos ao longo do dia.
Esse quadro acontece devido a uma sobrecarga na fáscia plantar, estrutura que recobre os músculos da sola do pé. Dentre as funções da fáscia nos movimentos, incluem-se como mais importantes: auxílio na sustentação do arco medial do pé (elevação que existe na parte interna) e absorção do impacto do corpo com o solo. 
Causas de fascite plantar

A fascite plantar surge após repetitivos estresses na região da planta dos pés, causados normalmente por tensão e esgarçamento da fáscia plantar, que levam a micro traumas neste tecido e, consequentemente, inflamação da área lesionada.

A fascite plantar ocorre habitualmente em pessoas entre 40 e 60 anos, que ao longo de sua vida tiveram atividades ou problemas que provocaram repetido estresse sobre a fáscia plantar, como por exemplo:
  • Obesidade.
  • Pé chato.
  • Pé cavo.
  • Trabalhar muito tempo em pé, como seguranças, professores, cirurgiões, trabalhadores de fábrica, etc.
  • Uso excessivo de salto alto.
  • Uso de calçados pouco apropriados para os pés, como sapatos apertados, largos ou velhos.
  • Alterações da marcha, como pisar com o pé torto, principalmente com a parte de dentro dos pés.
A fascite plantar também é muito comum em pessoas que praticam determinadas atividades, como corridas, ballet, levantamento de peso e dança. Caminhada sem tênis adequado também pode causar estresse sobre a sola dos pés e levar à lesão da fáscia plantar. Estas atividades podem provocar o aparecimento precoce da fascite plantar, antes dos 40 anos.

Esporão do calcâneo e fascite plantar

O esporão do calcâneo é uma protuberância que surge no osso calcâneo devido a múltiplos microtraumatismos nesta região. Portanto, as mesmas lesões que provocam o surgimento da fascite plantar, também causam o aparecimento do esporão.

Antigamente achava-se que o esporão era uma das causas da fascite plantar, mas hoje sabe-se que só 5% dos paciente com esporão apresentam quadro de dor e inflamação na sola do pé.

Sintomas da fascite plantar

O sintoma mais comum da fascite plantar é a dor, tipo pontada, na planta do pé, especialmente na região logo abaixo do calcanhar. A dor é tipicamente pior durante os primeiros passos, como ao sair da cama de manhã ou levantar-se depois de estar sentado por algum tempo. A dor da fascite plantar costuma acometer apenas um dos pés, apesar de não ser impossível ter a lesão em ambos os pés ao mesmo tempo. 

A dor pode ser agravada por andar descalço em superfícies duras ou subir escadas. Em atletas, ela pode ser particularmente agravada pela corrida. Profissionais que permanecem em pé por muito tempo costumam se queixar de piora do quadro ao final do dia. 

Um elemento importante na história clínica é o período que antecede o início da fascite plantar. Os pacientes podem relatar que antes do aparecimento da dor haviam aumentado a quantidade das atividades físicas, mudado o tipo de calçado habitual ou sofrido algum trauma no pé.

Diagnóstico da fascite plantar

O diagnóstico pode ser feito através da história clínica do paciente e do exame físico dos pés. O médico irá procurar por sinais de lesão nos pés, pontos dolorosos e alterações anatômicas, como pé chato.

Em caso de dúvida, a ultrassonografia e a ressonância magnética podem ajudar no diagnóstico. A radiografia do pé é geralmente solicitada quando queremos descartar outras causar para a dor.

Tratamento da fascite plantar

O tratamento com acupuntura é recomendado para solucionar o problema. Diversos pacientes que procuraram este tratamento alternativo obtiveram sucesso. As dores diminuem na primeira sessão e após a sexta sessão os sintomas desaparecem.

Em geral, mais de 80% dos pacientes respondem a esses tratamentos. A cirurgia é última opção, sendo  raramente necessária.